Diz o velho ditado popular que "do cerejo ao castanho, bem eu me amanho. Do castanho ao cerejo, que mal me vejo". Esta frase encerra muito significado no que ao universo rural diz respeito. Não há sensação melhor do que chegar à árvore, colher o fruto e degustá-lo ali mesmo...
figuras, património, lugares e histórias que fazem (e fizeram) o quotidiano mogadourense
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sábado, 20 de maio de 2017
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
A criação do posto da Guarda Fiscal do Casal do Vaso - Bruçó
Imponente e situado numa das mais belas paisagens nordestinas (que, recorde-se, serviu de pano de fundo às filmagens de parte do filme "Doutor Jivago", de David Lean), pertence actualmente a particulares que o adquiriram ao Estado. Mas, esse factor não impediu a sua constante degradação. Aqui fica um pouco da sua história:
"Portaria n.º 17534
Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro das Finanças, tendo-se ouvido a Direcção-Geral das Alfândegas e o Comando-Geral da Guarda Fiscal, que seja criado um posto fiscal junto da barragem do Salto de Aldeadávila, localizado na margem direita do rio Douro, o qual se denominará «Posto do Casal do Vaso» e ficará fazendo parte da secção do Mogadouro da 5.ª companhia do batalhão n.º 3 da Guarda Fiscal, e que seja alterado, nesta conformidade, o mapa II, sob a rubrica «Alfândega do Porto», anexo à Reforma Aduaneira, publicada pelo Decreto-Lei n.º 31665, de 22 de Novembro de 1941.
Ministério das Finanças, 15 de Janeiro de 1960. - Pelo Ministro das Finanças, José Júlio Pizarro Beleza, Subsecretário de Estado do Orçamento."
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terça-feira, 17 de março de 2015
Pequenas histórias da História
Um destes dias, em amena cavaqueira, o meu amigo Dário Pombo, de Castelo Branco, contou-me um pequeno episódio que o envolveu a ele e à gente da minha terra, Bruçó.
Corria o ano de 1977 e ele tinha regressado de um período de emigração em terras teutónicas. Como é apreciador de um bom faduncho, resolveu fazer uma visita ao amigo Virgílio Pinto que nesse tempo residia em Bruçó, após retorno de África.
Como não tinha viatura, pediu ajuda ao seu cunhado, Heitor Osório Pereira, conhecido empresário da vila de Mogadouro. O falecido Heitor aproveitou a oportunidade para levar material de propaganda do MDP/CDE a dois irmãos de Bruçó, que o amigo Dário não me soube identificar. O pior foi que, quando ali chegaram, não só o Virgílio estava adoentado, como rapidamente se espalhou a notícia de que os comunistas andavam pela aldeia. E aí é que foram elas!
O sino tocou a rebate e quando ti Dário saiu do pequeno café ao pé da igreja, já tinha à sua espera uma pequena multidão composta por mulheres e rapazolas, devidamente armada com espalhadouras, calagouças e afins. Bem tentou explicar à populaça enfurecida que não tinha nada a ver com aquela marmelada. Que só vinha ali cantar uns fados. Mas, o povo não arredava pé! O cunhado, no interior do café, ainda sacou da arma com que se fazia acompanhar naqueles tempos turbulentos. Mas, ti Dário disse-lhe que era melhor guardá-la.
Lembrou-se então de ir pedir ajuda a outro amigo, o ti Elisário Valente (também já falecido), que morava mesmo em frente. E foi este, que já estava na cama, que se levantou e conseguiu acalmar a ira popular e lhes deu escolta até à saída da aldeia.
- "Que aflitinho me vi, doutor!"
Imagino...
Corria o ano de 1977 e ele tinha regressado de um período de emigração em terras teutónicas. Como é apreciador de um bom faduncho, resolveu fazer uma visita ao amigo Virgílio Pinto que nesse tempo residia em Bruçó, após retorno de África.
Como não tinha viatura, pediu ajuda ao seu cunhado, Heitor Osório Pereira, conhecido empresário da vila de Mogadouro. O falecido Heitor aproveitou a oportunidade para levar material de propaganda do MDP/CDE a dois irmãos de Bruçó, que o amigo Dário não me soube identificar. O pior foi que, quando ali chegaram, não só o Virgílio estava adoentado, como rapidamente se espalhou a notícia de que os comunistas andavam pela aldeia. E aí é que foram elas!
O sino tocou a rebate e quando ti Dário saiu do pequeno café ao pé da igreja, já tinha à sua espera uma pequena multidão composta por mulheres e rapazolas, devidamente armada com espalhadouras, calagouças e afins. Bem tentou explicar à populaça enfurecida que não tinha nada a ver com aquela marmelada. Que só vinha ali cantar uns fados. Mas, o povo não arredava pé! O cunhado, no interior do café, ainda sacou da arma com que se fazia acompanhar naqueles tempos turbulentos. Mas, ti Dário disse-lhe que era melhor guardá-la.
Lembrou-se então de ir pedir ajuda a outro amigo, o ti Elisário Valente (também já falecido), que morava mesmo em frente. E foi este, que já estava na cama, que se levantou e conseguiu acalmar a ira popular e lhes deu escolta até à saída da aldeia.
- "Que aflitinho me vi, doutor!"
Imagino...
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Castelo dos Mouros - Bruçó
Tendo em vista a valorização e divulgação do património gastronómico (o genuíno e de raiz popular, sem restaurantes à mistura), associada à divulgação do património histórico e arqueológico do concelho de Mogadouro, tenho andado a congeminar, juntamente com um grupo de mogadourenses que fazem parte de uma associação que pretendemos revitalizar, uma espécie de jornadas em que se associam ambas as temáticas. E como há que começar por algum lado, hoje deu-me para fazer uma incursão ao "Castelo dos Mouros" de Bruçó, para cronometrar o percurso pedestre e verificar o estado das acessibilidades. Como sempre que vou ao castro de Bruçó, hoje descobri por lá algumas novidades. O Professor Dinis deu-me alguma esperança de que esta estrutura venha a ser devidamente estudada num futuro próximo. Oxalá...
Marcas indeléveis da passagem secular pelas rochas que pontuam o percurso.
Belíssimo e singular pontão, que permite a passagem sobre um ribeiro de água cristalina e pura (conforme atestam as salutares plantas que preenchem o regato).
Duas curiosas estruturas: uma aproveitada pelo homem e outra, fruto da acção escultórica da natureza.
Pano de muralha externa que o incêndio que devastou esta zona colocou a descoberto. Esta fracção de muralha contrariou a ideia inicial que eu tinha. Afinal, o último reduto fica uns bons vinte metros mais abaixo. Há males que vêm por bem...
Pano de muralha em perfeito estado de conservação.
Um dos guardiões do templo.
Um pedaço de história abandonado.
Mais esculturas da mãe natureza, pontilhadas pela mão humana.
E como estamos em Bruçó, não podia falhar uma visita às adegas dos velhos amigos, onde nada se deixa faltar. Presunto, queijo, salpicão, nozes, amêndoas, figos secos, azeitonas cortilhadas, pão caseiro, vinho e são convívio entre espíritos simples e puros (Ti Evangelino, Ti Américo, Ti Fernando "Mata", Fonseca, Ti Macário, Álvaro, etc...). Um grande bem haja a todos!
Marcas indeléveis da passagem secular pelas rochas que pontuam o percurso.
Belíssimo e singular pontão, que permite a passagem sobre um ribeiro de água cristalina e pura (conforme atestam as salutares plantas que preenchem o regato).
Duas curiosas estruturas: uma aproveitada pelo homem e outra, fruto da acção escultórica da natureza.
Pano de muralha externa que o incêndio que devastou esta zona colocou a descoberto. Esta fracção de muralha contrariou a ideia inicial que eu tinha. Afinal, o último reduto fica uns bons vinte metros mais abaixo. Há males que vêm por bem...
Pano de muralha em perfeito estado de conservação.
Um dos guardiões do templo.
Um pedaço de história abandonado.
Mais esculturas da mãe natureza, pontilhadas pela mão humana.
E como estamos em Bruçó, não podia falhar uma visita às adegas dos velhos amigos, onde nada se deixa faltar. Presunto, queijo, salpicão, nozes, amêndoas, figos secos, azeitonas cortilhadas, pão caseiro, vinho e são convívio entre espíritos simples e puros (Ti Evangelino, Ti Américo, Ti Fernando "Mata", Fonseca, Ti Macário, Álvaro, etc...). Um grande bem haja a todos!
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sábado, 17 de janeiro de 2015
domingo, 1 de junho de 2014
Doces "económicos"
Com o aproximar da festa principal de Bruçó, ultimam-se os preparativos gastronómicos. É tempo de aquecer o forno e cozer os tradicionais doces "económicos". Na minha infância, isto era uma verdadeira iguaria. Hoje, já não lhes ligo tanto. Ainda me sabem bem acabadinhos de sair do forno. Quentinhos. A estalar. Mas, depois vão ficando por ali. O que vale é que os garotos os apreciam bastante. De seu nome "económicos", a verdade é que o não são nada, pois os ingredientes são ricos e dispendiosos. Boa festa e bom apetite.
Aqui ficam as imagens captadas no forno lá de casa, onde se cumpriu o ritual.
Aqui ficam as imagens captadas no forno lá de casa, onde se cumpriu o ritual.
Clicar nas imagens para ampliar.
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quarta-feira, 12 de junho de 2013
Mês da segada
E porque Junho é o mês da segada, aqui ficam algumas imagens da recriação de 2008, em Bruçó...
Fotos: Antero Neto.
domingo, 21 de abril de 2013
Fraga do Gato
O meu vizinho e amigo, Manuel Alípio, quis ir mostrar-me a "Fraga do Gato". O topónimo despertou-me logo a atenção. Nunca tinha ouvido falar de semelhante fraga em Bruçó. Normalmente, este tipo de nome anda associado a locais com conotação histórica e arqueológica. Esta não constitui excepção: situa-se em pleno castro de Bruçó. Apesar dos seus 87 anos de idade, ti Manuel Alípio demonstra uma destreza e agilidade invulgares. E denota igualmente alguns conhecimentos interessantes...
... como por exemplo, o de que estas pedras (fincadas) estavam assim dispostas no terreno para ajudar a travar os cavalos dos homens que atacavam os "mouros"!
Destemido, a escassos centímetros do abismo, reviveu histórias de outrora. Como aquela do Gomes, que foi assassinado e atirado para as arribas. O corpo, ou o que restava dele, veio a ser descoberto por um jovem pastor. Os culpados nunca foram julgados, apesar de toda a aldeia saber quem foram. "Foi ali! A seguir àquela fraga, que o deitaram! Trouxeram-no a cavalo e passaram naquela pontezinha lá atrás..."
A "Fraga do Gato" (a da direita) tem uma gravura de um gato esculpida no topo. Pelo menos, é isso que me jura ti Manuel Alípio e confirma, mais tarde, já na aldeia, ti Evaristo. Também me disseram que uma vez por ano, na madrugada do dia de S. João, se ouve o barulho de um tear a fiar junto à fraga. No local, foi impossível trepar à pedra, pois é enorme e não apresenta saliências que permitam apoios para pés e mãos.
Pelo caminho, constataram-se métodos para seccionar as fragas e obter pedra solta para construção (supostamente, encaixam-se cunhas de madeira nos buracos. Molha-se a madeira e as fendas vão alargando até partir a pedra). Desconhece-se a cronologia dos mesmos.
... como por exemplo, o de que estas pedras (fincadas) estavam assim dispostas no terreno para ajudar a travar os cavalos dos homens que atacavam os "mouros"!
Destemido, a escassos centímetros do abismo, reviveu histórias de outrora. Como aquela do Gomes, que foi assassinado e atirado para as arribas. O corpo, ou o que restava dele, veio a ser descoberto por um jovem pastor. Os culpados nunca foram julgados, apesar de toda a aldeia saber quem foram. "Foi ali! A seguir àquela fraga, que o deitaram! Trouxeram-no a cavalo e passaram naquela pontezinha lá atrás..."
A "Fraga do Gato" (a da direita) tem uma gravura de um gato esculpida no topo. Pelo menos, é isso que me jura ti Manuel Alípio e confirma, mais tarde, já na aldeia, ti Evaristo. Também me disseram que uma vez por ano, na madrugada do dia de S. João, se ouve o barulho de um tear a fiar junto à fraga. No local, foi impossível trepar à pedra, pois é enorme e não apresenta saliências que permitam apoios para pés e mãos.
Pelo caminho, constataram-se métodos para seccionar as fragas e obter pedra solta para construção (supostamente, encaixam-se cunhas de madeira nos buracos. Molha-se a madeira e as fendas vão alargando até partir a pedra). Desconhece-se a cronologia dos mesmos.
Fotos: Antero Neto.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
O ancestral fabrico da telha
Aquando da última viagem a Tó, estive junto às ruínas dos fornos telheiros locais, no sítio da Laganhosa. Um deles ainda se encontra em perfeitas condições de recuperação, à semelhança daquilo que foi feito em Bruçó.
Quanto ao método de fabrico da telha nestes fornos ancestrais, vou socorrer-me da descrição feita por Joaquim Bártolo (que pode ser consultada na íntegra aqui):
"O fabrico da telha era efectuado no Verão. O barro para o efeito era colhido nuns barreiros existentes junto ao cruzamento de Tó e em outros locais. Era levado para a Laganhosa, onde, em terreno público havia uns barreiros, uma espécie de piscinas, cavados na terra. O barro era ali depositado e depois de amolecido durante alguns dias era pisado com juntas de vacas, até ficar uma pasta consistente e moldável.
Era então que entravam em acção os "artistas": num atelier improvisado (buraco no chão) havia uma prancha inclinada aí a 45º. Sobre ela era colocada uma forma em ferro com a parte exterior da grossura a que a telha havia de ficar; pulverizava-se essa prancha com cinza para o barro não agarrar; colocado ali o barro era estendido por toda a forma com uma espécie de rolo. De seguida, arrastava-se, sem levantar, para cima do "galapo" (artefacto de madeira com um cabo e arredondado na forma da telha) que era transportado normalmente por raparigas, para um espécie de eira, onde outro "artista" depositava a telha e retirava o galapo e onde a telha ficava a secar.
Chamava-se à tarefa das raparigas "andar ao galapo".
Depois de alguns dias a secar, a telha era levada para os fornos onde era depositada, ao alto e em camadas. Cheio o forno, era então ateado o fogo, queimando-se enormes quantidades de lenha, previamente transportada para o local.
Depois de cozida e arrefecida era desenfornada para se repetir a mesma tarefa.
Não havia tempo a perder, pois este trabalho só podia ser feito no Verão." - Joaquim Bártolo.
De referir que estive recentemente com um "galapo" na mão, em Bruçó, de que não registei imagens, mas que vou tentar fotografar em próxima ocasião.
Quanto ao método de fabrico da telha nestes fornos ancestrais, vou socorrer-me da descrição feita por Joaquim Bártolo (que pode ser consultada na íntegra aqui):
"O fabrico da telha era efectuado no Verão. O barro para o efeito era colhido nuns barreiros existentes junto ao cruzamento de Tó e em outros locais. Era levado para a Laganhosa, onde, em terreno público havia uns barreiros, uma espécie de piscinas, cavados na terra. O barro era ali depositado e depois de amolecido durante alguns dias era pisado com juntas de vacas, até ficar uma pasta consistente e moldável.
Era então que entravam em acção os "artistas": num atelier improvisado (buraco no chão) havia uma prancha inclinada aí a 45º. Sobre ela era colocada uma forma em ferro com a parte exterior da grossura a que a telha havia de ficar; pulverizava-se essa prancha com cinza para o barro não agarrar; colocado ali o barro era estendido por toda a forma com uma espécie de rolo. De seguida, arrastava-se, sem levantar, para cima do "galapo" (artefacto de madeira com um cabo e arredondado na forma da telha) que era transportado normalmente por raparigas, para um espécie de eira, onde outro "artista" depositava a telha e retirava o galapo e onde a telha ficava a secar.
Chamava-se à tarefa das raparigas "andar ao galapo".
Depois de alguns dias a secar, a telha era levada para os fornos onde era depositada, ao alto e em camadas. Cheio o forno, era então ateado o fogo, queimando-se enormes quantidades de lenha, previamente transportada para o local.
Depois de cozida e arrefecida era desenfornada para se repetir a mesma tarefa.
Não havia tempo a perder, pois este trabalho só podia ser feito no Verão." - Joaquim Bártolo.
Imagens: fornos da telha de Bruçó (fotos: Antero Neto).
Estes fornos telheiros são muito antigos, remontando o seu surgimento muito provavelmente à época da ocupação romana. Na carta de foral dada a Lagoaça por D. Dinis surge uma menção aos fornos telheiros de Bruçó, como marca de referência para a delimitação entre os respectivos termos. Não eram estes que aqui mostro, pelo que depreendo que terão existido outros mais antigos, mas cujos vestígios apenas perduram na toponímia local.De referir que estive recentemente com um "galapo" na mão, em Bruçó, de que não registei imagens, mas que vou tentar fotografar em próxima ocasião.
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domingo, 5 de agosto de 2012
Nova ida ao castro de Bruçó
Fiquei surpreso com a revelação do meu irmão Manuel de que nunca tinha ido ao "Castelo dos Mouros". Maravilhado com as fotografias que vou colocando no Facebook, pediu-me para lhe fazer uma visita guiada ao local, a fim de poder tirar uns bonecos com o Douro por cenário.
Como nunca há duas visitas iguais, desta vez, voltei a encontrar pormenores novos. Ou, melhor dizendo, foi a minha esposa que descobriu estas duas curiosas insculturas rupestres (já consegui meter o bichinho das pedras à família, eheheheh...).
Desconheço o seu significado e nunca li nenhuma referência a elas, mas já me abriram o apetite para uma investigação cuidada e atenta.
Mais uma pedra trabalhada por mão humana, com duas curiosas covas, que também me tinha passado despercebida durante as anteriores visitas.
A minha esposa e o meu irmão admiram o tamanho de uma pena de abutre.
Um abutre espreita o Douro do alto da rocha que lhes serve de WC colectivo...
Terreno amalhoado. Já há muito que não via esta sinalética, que significa que o dono não permite a pastagem do mesmo.
Pormenores deliciosos e únicos...
Uma bela caminhada em família, num dos locais que mais me fascinam.
Como nunca há duas visitas iguais, desta vez, voltei a encontrar pormenores novos. Ou, melhor dizendo, foi a minha esposa que descobriu estas duas curiosas insculturas rupestres (já consegui meter o bichinho das pedras à família, eheheheh...).
Desconheço o seu significado e nunca li nenhuma referência a elas, mas já me abriram o apetite para uma investigação cuidada e atenta.
Mais uma pedra trabalhada por mão humana, com duas curiosas covas, que também me tinha passado despercebida durante as anteriores visitas.
A minha esposa e o meu irmão admiram o tamanho de uma pena de abutre.
Um abutre espreita o Douro do alto da rocha que lhes serve de WC colectivo...
Terreno amalhoado. Já há muito que não via esta sinalética, que significa que o dono não permite a pastagem do mesmo.
Pormenores deliciosos e únicos...
Uma bela caminhada em família, num dos locais que mais me fascinam.
Fotos: Antero Neto.
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