Já tinha estado nas ruínas da capela de S. Miguel, em Penas Roias, mas, na altura, o local estava cheio de silvas. Entretanto, foi limpa de mato e pode ser apreciada com maior pormenor.
Ao mesmo tempo, aproveitei para mais uma viagem à volta da albufeira de Bastelos, que abastece a vila de água potável. Este circuito é dos mais belos do concelho e permite a observação de variada fauna e flora.
figuras, património, lugares e histórias que fazem (e fizeram) o quotidiano mogadourense
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Capela de S. Miguel - Penas Róias
Em conversas tidas com o falecido Alberto Isidoro, vieram diversas vezes à baila as ruínas da capela de S. Miguel, junto à ribeira, em Penas Róias. Nunca tinha conseguido encontrá-la, até que ontem, quando estava no belo parque de merendas, pedi instruções a ti António Fernandes, que me ensinou o caminho. E lá dei com ela!
Com um arco de entrada que presumo de volta redonda, e um arco de configuração gótica a meio, deve ser contemporânea da capela de S. Fagundo, em Urrós. Curiosamente, ambas tiveram o mesmo triste fim: a ruína e a infestação por vegetação selvagem. É pena, pois são dois templos pequenos, mas muito bonitos (pelo menos, a julgar pelos restos mortais). Falaram-me na intenção de a recuperar. Oxalá o pessoal da aldeia se anime.
O local é aprazível e seria um bonito complemento para o referido parque.
Pelo menos, que façam uma limpeza aos vestígios existentes. Já ajudava qualquer coisa...
Entretanto, na base do monte, chamou-me a atenção um buraco que me parece tratar-se de uma exploração mineira. Como a equipa de arqueólogos espanhóis estará de volta para a semana, tentarei tirar as dúvidas com eles.
Com um arco de entrada que presumo de volta redonda, e um arco de configuração gótica a meio, deve ser contemporânea da capela de S. Fagundo, em Urrós. Curiosamente, ambas tiveram o mesmo triste fim: a ruína e a infestação por vegetação selvagem. É pena, pois são dois templos pequenos, mas muito bonitos (pelo menos, a julgar pelos restos mortais). Falaram-me na intenção de a recuperar. Oxalá o pessoal da aldeia se anime.
O local é aprazível e seria um bonito complemento para o referido parque.
Pelo menos, que façam uma limpeza aos vestígios existentes. Já ajudava qualquer coisa...
Entretanto, na base do monte, chamou-me a atenção um buraco que me parece tratar-se de uma exploração mineira. Como a equipa de arqueólogos espanhóis estará de volta para a semana, tentarei tirar as dúvidas com eles.
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