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Nos finais do séc. XVII, o Marquês de Távora deu de arrendamento a um judeu da vila do Azinhoso, de seu nome Jorge de Oliveira, a Comenda de Santa Maria de Castelo Branco pela quantia anual de oito mil e quinhentos cruzados.
Porém, como houve problemas com os fiadores que eram irmãos do arrendatário e igualmente judeus, o Marquês lá acabou por exigir fiadores cristãos velhos. Se o arrendatário os apresentasse, podia ficar com o contrato.
Onde mais uma vez se prova que a religião é um bom negócio...