domingo, 14 de agosto de 2016

Fado em MIm - Penas Roias

Ontem houve noite de fados em Penas Roias, com a estreia do grupo "Fado em MIm". O grupo de fados é composto pelos seguintes elementos: na voz, Simone Moura; na guitarra, Adérito Rodrigues; na viola, Victor Lopes; no baixo, António Lopes.





O grupo interpretou temas populares do fado lisboeta. Ainda existem alguns aspectos a burilar, nomeadamente a questão do som. Mas, promete. Haja vontade e perseverança...

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Prova de azeite em V. N. Foz Côa - Vinduero/Vindouro

A convite da Associação Vinduero-Vindouro, presidida por José Luís Pascual Criado, tive oportunidade para participar num agradável convívio com os jurados do Concurso Internacional de Vinhos e com membros da imprensa especializada do sector. A jornada envolveu a visita a uma quinta do concelho de Torre de Moncorvo - Quinta de Vila Maior - onde pudemos observar toda a linha de produção, desde a vinha, até ao pipo. Depois, seguimos para o Museu do Côa, onde assistimos a uma profícua prelecção sobre o azeite, feita pelo especialista Francisco Pavão, culminada com uma prova de diversos azeites da região transmontana. A noite, já longa, finalizou com um jantar convívio no restaurante do museu, que reuniu jurados, jornalistas, autarcas e convidados.
Fica aqui o meu sentido agradecimento à organização pelo amável convite, que me permitiu desfrutar desta jornada magnífica.




segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Ponte de Valcerto/Algoso


A propósito da ponte que liga os concelhos de Mogadouro e Vimioso, pelos termos de Valcerto e Algoso, respectivamente, ouvi, em conversa de café, alguém afirmar que se tratava de "uma ponte e uma calçada romanas". Tive oportunidade de esclarecer a pessoa, dizendo-lhe que estava errada. Os romanos têm as costas largas, mas nem tudo o que é antigo se submete à sua paternidade.

Veja-se o que se escreve a este respeito no Portal do Arqueólogo:
"Ponte sobre o rio Angueira com três arcos e tabuleiro plano. A actual estrutura resultou de uma reconstrução efectuada em 1727 - 1738 de uma anterior ponte medieval existente no mesmo local, destruída por uma cheia em 1707. Articulada com esta ponte ainda é perceptível um troço de calçada que fazia parte do itinerário medieval que ligava os Castelos de Penas Roias e Algoso. É referida a existência de uma inscrição rupestre inserida nesta calçada, cerca de 150 metros a Ocidente da ponte, no caminho para Valcerto, e que assinala precisamente a sua destruição e reconstrução."

domingo, 31 de julho de 2016

Festival aéreo Red Burros - 2016

Aqui ficam alguns instantâneos tirados na edição deste ano do Festival aéreo Red Burros, que teve lugar no aeródromo de Mogadouro.







segunda-feira, 11 de julho de 2016

Os nossos antípodas

Como é do conhecimento geral, o termo "antípoda" designa um ponto da Terra diametralmente oposto a outro. Há poucas localidades com outras rigorosamente antípodas. Mogadouro é um desses casos raros. Tem uma cidade antípoda. Tem nome de pessoa: chama-se "Nelson" e fica na Nova Zelândia.
Clicar na imagem para ampliar.
Fica o agradecimento ao Jorge Lira pela informação. E, tal como ele diz, aqui está um bom pretexto para uma geminação...

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Catacumba e Tasca Vegetariana - Festival Terra Transmontana

Durante os próximos dias 8, 9 e 10 de Julho, no âmbito do Festival da Terra Transmontana a decorrer em Mogadouro, estarão abertas a "Catacumba", na Rua da Hera, e a "Tasca Vegetariana", na Rua dos Távoras, n.º 10. Para os amigos que nos quiserem visitar, deixo aqui algumas sugestões apelativas:
Temos um menu bastante rico, com aposta nas comidas à base de caça. Durante a noite, haverá música ao vivo, com o músico residente, Victor Lopes ("Pop"). No sábado, temos a Queimada Galega, com a presença de gaiteiros para animar a sessão. Se desejarem o delicioso arroz de lebre, confeccionado pelo Ângelo Pereira, terão que encomendar previamente (clicar na imagem para ampliar).
 Hambúrguer vegetariano.
 Espetadas vegetarianas.
Localização (apesar de estar escrito R. João de Freitas, trata-se efectivamente da Rua dos Távoras, embora sem placa a identificá-la - vá lá saber-se porquê...).

terça-feira, 5 de julho de 2016

Festival da Terra Transmontana


É já na sexta-feira que se inicia mais uma edição do Festival da Terra Transmontana, em Mogadouro. Oportunidade para ouvir falar de contrabando (no dia 9, sábado, às 16h 30, na igreja matriz), para se divertir com a animação de rua, assistir a espectáculos musicais e, sobretudo, para se deliciar com os petiscos da "Catacumba" (Rua da Hera), ou com as especialidades vegetarianas na "Tasquinha Vegetariana"(Rua dos Távoras). Mogadouro ficou mais perto com a abertura do túnel do Marão e com o IC 5. A distância já não é desculpa para não nos vir visitar...

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Histórias de antanho

A recuperar de delicada operação ao cérebro, minha mãe conserva intacta a memória prodigiosa que lhe permite desfiar complexos novelos de intrincadas relações familiares e relatar histórias de antanho, que me deliciam e me fazem sonhar com um passado rico de relações comunitárias, numa aldeia outrora plena de gente.
Uma dessas viagens conduziu-me a um longínquo parente e ao início do seu historial de família. O então rapazote deixou-se seduzir por donzela que, segundo os parâmetros de compatibilidade conjugal da época, não estava reservada para a sua humilde condição social.
Mas, isso não o desanimou. Tanto porfiou, que acabou por arranjar maneira de marcar encontro secreto com a sua musa. Levou consigo um parente que ficou de atalaia, para assegurar que ninguém perturbaria os pombos no ninho do amor (acabou por ser ele o relator da aventura, visto que as escassas paredes de tabique não abafavam os sons).
Uma vez instalados, o rapaz buscou com sofreguidão o prémio que lhe permitiria ultrapassar a mais que previsível resiliência parental. Entrou com tudo. Ela soltou um sonoro gemido:
- "Ai Antonho, que já está cá drento!"
Triunfante, o macho, ciente da conquista irrevogável, rematou:
- "Já eze minha, caralho!"

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Mogadouro em 1943

Graças à mão amiga do Nuno Trindade, chegou-me parte do anuário de 1943, respeitante ao concelho de Mogadouro. O documento faz a caracterização sócio-económica do concelho, com indicação de serviços administrativos e menção das diversas actividades económicas, onde cabem desde pensões, serviços de transporte de passageiros, comércio, agricultura, etc. Precioso!
Fiquei a saber que existia um tribunal de execuções fiscais, com juiz e escrivão. Que havia uma notável promiscuidade e acumulação de funções de algumas pessoas, como, por exemplo, o dr. Júlio Amarelo que era, simultaneamente, advogado, delegado e comandante da Legião Portuguesa, vogal da câmara municipal e conservador do registo predial. Ou o dr. Altino Pimentel que era, igualmente, advogado, conservador do registo civil  e presidente da câmara municipal!
O feriado municipal era a 18 de Junho e não a 15 de Outubro, como actualmente.
Como barbeiros, tínhamos Francisco Cavadas e Mário de Sousa. Havia 3 alfaiates. Quatro casas de pasto, de António Russo, Gregório do Nascimento, José Luiz Gouveia e José Pardal. Alugavam camionetas os senhores António Joaquim Rodrigues, Casimiro Martins e José Aníbal Machado. Exerciam a profissão de ferradores Francisco Roxo, Júlio Alfredo Rodrigues e Júlio Galego. Era regente da Filarmónica Recreativa Mogadourense, o sr. Alberto Freitas. Ramiro Lopes era depositário de gasolina. Etc, etc, etc...

terça-feira, 31 de maio de 2016

Inquisição e tortura

No âmbito do evento que se pretende levar a cabo em Vilarinho dos Galegos, dedicado essencialmente ao marranismo (mas não só), que irá ter como principais atractivos a música e a gastronomia,haverá uma exposição dedicada aos horrores da Santa Inquisição. Pedi ao meu amigo e talentoso artista plástico portuense, Pedro Rocha, que me construísse réplicas de instrumentos de tortura utilizados pela Inquisição. Aqui fica a primeira amostra:


domingo, 29 de maio de 2016

Convívio benfiquista no Juncal - Peredo da Bemposta

Como já vem sendo tradição, os benfiquistas de Peredo da Bemposta voltaram a reunir-se no Juncal, junto ao rio Douro, para celebrar o seu amor incondicional a essa grandiosa instituição que é o Sport Lisboa e Benfica. Nas vitórias, como nas derrotas, arranjam sempre um tempinho para festejar e cantar a plenos pulmões o seu benfiquismo. O local é paradisíaco. A tradicional fartura gastronómica transmontana faz o resto. Haja (como há sempre) boa disposição e a festa não necessita de mais nada. À nossa boa e velha maneira, não criticámos (nem sequer invocámos) agremiações rivais, nem quem nos procurou achincalhar durante uma época inteira. Aqui não se discutem arbitragens, nem maus fígados alheios. Apenas e só o Glorioso! A inveja e o ódio dos rivais alimentam a nossa glória... SLB!



Resta acrescentar que a feijoada estava óptima. Um abraço à Amélia e ao Diamantino e a todos os que colaboraram na organização deste ano. Obrigado ao Pedro pela cedência das imagens.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Espionagem e traição - 1580

Numa altura que está tão em voga o tema da espionagem, graças ao caso do agente do SIS que foi apanhado a vender segredos aos serviços secretos russos, cumpre aqui relembrar algumas situações que envolveram a nossa terra à data da tomada de poder pela dinastia dos Filipes após o desastre de Alcácer Quibir. Os nobres locais pautaram a sua conduta pela covardia e traição, oferecendo ao invasor todas as informações e condições necessárias para que a intrusão se tornasse num alegre passeio militar. Um dos espiões aconselha mesmo o Conde de Alba a entrar por Miranda, Bemposta, Mogadouro e Mirandela que eram possessões de Luís Álvares de Távora e que logo se renderiam.
"D. Leonor Henriques, mãe e tutora de D. Luís Álvares de Távora, apresenta ao rei Filipe II todos os serviços prestados  «para trazer gente passante de 10.000 vassalos para o lado de sua Majestade, em detrimento de D. António, Prior do Crato». Por isso pede ao rei «que fizesse mercê que as vilas de Mogadouro, Mirandela e Alfândega e lugar de Sambade e alcaideria mor de Miranda que aquela casa tem de mercê e agora as tem seu filho em sua vida lhe fique de juro e que a comenda que seu filho agora tem, fique por duas vidas mais». Pelo que se depreende deste documento, Filipe II fazia-lhe mercê só por uma vida da Alcaidaria mor e do ofício de couteiro mor das caças das perdizes. Dona Leonor diz que a casa de Távora é das mais antigas e honradas do reino e que as ditas vilas e comenda andaram sempre nela sem haver memória de nome em contrário.
Queixa-se esta nobre senhora do pouco que lhe é concedido em comparação com outras pessoas que fizeram menos por sua Majestade e receberam muito mais." (António Rodrigues Mourinho, in "Brigantia", Vol. XII, N.º 2, 1992).

terça-feira, 17 de maio de 2016

ACISM tem novos corpos gerentes

Decorreram ontem as eleições para os corpos gerentes da ACISM (Associação Comercial Industrial e Serviços de Mogadouro). Apresentaram-se duas listas a escrutínio. No final, após se ter registado a participação de 103 votantes, saiu vencedora a lista B, com os seguintes resultados:
Direcção: Lista A - 42; Lista B - 58; brancos e nulos - 3.
Assembleia-Geral: Lista A - 43; Lista B - 57; brancos e nulos - 3.
Conselho Fiscal: Lista A - 42; Lista B - 59; brancos e nulos - 2.

Eis os elementos da lista vencedora:


Agora, há que deitar mãos à obra e tentar criar eventos que promovam e defendam os interesses do comércio local. Impõe-se igualmente uma revisão dos estatutos, nomeadamente na parte em que permitem que associados sem qualquer ligação ao concelho de Mogadouro possam ter poder de decisão na vida associativa local.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

O Ratinho e ti Manuel Relojoeiro

São duas figuras incontornáveis da cena mogadourense do século passado. Ainda os conheci bem. Pode-se dizer que eram dois poetas populares.
Com a devida vénia a António José Salgado Rodrigues, que os publicou na sua página de Facebook, aqui se transcrevem os versos ( redacção com revisão dos erros ortográficos) dedicados por ti Manuel Pintor ("Relojoeiro") ao Ratinho, após a sua morte:

"MOGADOURO DE LUTO

MORREU O RATINHO
(Adeus Ratinho)

Morreu o velho Ratinho,
Perdeu a vila um tesouro,
Baixou o preço do vinho,
Nas tascas de Mogadouro.

Todos disseram coitado,
A ninguém fazia mal,
Com a garrafinha ao lado,
Viva o nosso Portugal.

Cantava hinos ciganos,
À porta dos benfeitores.
Assim de ano para ano,
Arranjou alguns valores.

Pela família abandonado
Vida fora do normal.
Morreu muito bem tratado
Numa cama do hospital.

Só bebia vinho tinto,
Não gostava de aguardente,
Dizia a todos, não minto,
E canto para toda a gente.

Uma ilustre senhora,
Dotada de dotes mui nobres,
Foi sua procuradora
E sempre amiga dos pobres.

Seguiu para Castelo Branco,
Nessa terra sepultar.
Todo vestido de branco,
Para nunca mais voltar.

Adeus Ratinho.

Mogadouro 2-4-87
MANUEL PINTOR."


     Ratinho (fotografado por F. dos Santos).

António Salgado Rodrigues conta ainda uma hilariante história que se passou com o Ratinho:

"Uma ocasião, indo eu de Valverde para Meirinhos, encontrei-o à saída e fomos os dois.Chegados a Meirinhos fomos para a minha adega. Surgiram alguns amigos meus, bebeu-se uma rodada, e enquanto conversava com eles, dei pela falta do Ratinho. Qual o nosso espanto, quando o vemos deitado de barriga para o ar, com a boca na torneira a atestar ..."

terça-feira, 10 de maio de 2016

Mogadourenses na Universidade de Salamanca (1580-1640)

Aqui fica o registo de alguns estudantes mogadourenses que frequentaram a Universidade de Salamanca durante o domínio filipino:
- António Leitão (Mogadouro): estudou Artes (1584/86);
- António Martins (Mogadouro): estudou Gramática (1585);
- António Martins (Mogadouro): estudou Artes (1595);


- António Martins (Macedo do Peso): estudou Gramática (1625);
- António Mendes (Mogadouro): estudou Artes e Teologia (1592/94);
- António de Morais Dantas (Mogadouro): estudou Cânones e Direito (1621/26);
- António Peres (Meirinhos): estudou Gramática (1586);
- António Preto (Castanheira): estudou Gramática (1583);
- António Ramos (Granja de Gregos/Saldanha): estudou Artes (1629/30);
- António Rodrigues (Azinhoso): estudou Gramática (1638);
- António Vaz (Castro Vicente): estudou Cânones (1588);

Biblioteca da Universidade de Salamanca (foto: https://apaixonadaporviagens.com)

- Baltasar Pereira (Brunhoso): estudou Gramática, Direito e Cânones (1624/1638);
- Baltasar Pereira (Brunhoso): estudou Artes e Medicina (1639-1647);
- Baltasar da Rosa (Castanheira): estudou Direito e Cânones (1621/24);
- Bartolomeu Fernandes (Mogadouro): estudou Gramática (1582);
- Bartolomeu Fernandes (Mogadouro): estudou Direito (1592);
- Bartolomeu Pereira (Brunhoso): estudou Artes (1641);
- Bartolomeu Rodrigues (Macedo do Peso): estudou Direito (1616/17);
- Belchior Fernandes (Castro Vicente): estudou Cânones (1604);
- Belchior Pinto (Mogadouro): estudou Direito e Cânones (1634/35);
- Belchior Sequeira (Gregos/ Saldanha): estudou Artes (1604/05);
- Bernardo Henriques (Mogadouro): estudou Direito (1587/91);
- Brás Camelo (Azinhoso): estudou Direito e Cânones (1599/1605);
- Brás Fernandes (Ventozelo): estudou Cânones (1581);
- Brás Fernandes (Ventozelo): estudou Gramática (1596/99);
- Brás Fernandes (Ventozelo): estudou Cânones (1606/10);

Fonte: Ángel Marcos de Dios (in Brigantia).

Nota 1: há mais, mas, por agora fico por aqui.

Nota 2: presumo que não se encontrariam lá a estudar ao abrigo de qualquer espécie de "contrato de associação"...

terça-feira, 19 de abril de 2016

Assembleia Constituinte - António Ruano

Como é do conhecimento geral, celebra-se este ano o quadragésimo aniversário da Constituição da República Portuguesa, aprovada em 1976. Para que o documento visse a luz do dia foi necessário proceder a eleições que indigitaram a chamada "Assembleia Constituinte", que teve em mãos a responsabilidade de elaborar e fazer aprovar o texto fundamental da nação. O que poucos mogadourenses saberão é que entre os deputados que a integraram, pontuou um conterrâneo nosso: António Maria Lopes Ruano, eleito pela lista do PPD do círculo eleitoral do distrito de Bragança.

Clicar nas imagens para ampliar.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Jornada cultural com Paco Díez, em Mucientes, Valladolid

Em resposta a um convite do reputado músico Paco Díez, fomos hoje a Mucientes, perto de Valladolid, visitar as instalações da sua "Aula Museu". A comitiva foi composta por mim, pelo Victor Lopes, pelo Jorge Lira e pelo alcaide de Vilarinho dos Galegos, Manuel Garcia. A simpatia do anfitrião só tem comparação na grandiosidade das instalações do seu museu e sala de espectáculos.
Antes da visita guiada, tivemos direito a um lauto repasto, servido a doze metros de profundidade, na sua magnífica bodega (que em comparação com a minha "Catacumba", apelidei de "catedral", tal a dimensão e qualidade das respectivas instalações). Aproveitámos o ensejo para gizar as bases de uma iniciativa cultural que, caso se venha a concretizar, irá enriquecer sobremaneira o panorama do concelho de Mogadouro em geral e a aldeia de Vilarinho dos Galegos, em particular.
 A equipa, antes de mergulhar nas profundezas da terra (o Jorge estava atrás da máquina).
 Além de um excelente músico, de reconhecida categoria, Paco Díez exibe dotes de muito bom cozinheiro. Aqui estava em plena confecção de umas deliciosas sopas de alho, que abriram as hostilidades. Seguiram-se secretos de porco e morcela de Burgos, acompanhados por um bravo "Pinna Fidelis".
 Tivemos ainda direito a queimada galega, acompanhada pela leitura do respectivo esconjuro.
 A seguir à animada troca de ideias, veio o momento musical com actuações do anfitrião, do Victor e do Jorge.
 Aspecto do auditório, por onde passam grandes e prestigiados músicos ao longo do ano.
 A visita guiada ao museu incluiu algumas performances do Paco, que nos deixaram maravilhados. Até com dedais e uma frigideira consegue fazer música!
Algumas das muitas peças expostas.